Mas, beleza, é só ir lá no vocêtubo e deixar rolando a música. É chato, porque você tem que ir lá e escolher uma música depois da outra, ao invés de ligar seu player e esquecer de tudo, mas rola. Aliás, é bom, já que assim posso fazer uma coisa que parece a mais normal do mundo e com a qual eu não me acostumei: ficar assistindo vídeos (Aliás, não é engraçado como o termo "assitir um vídeo" perdeu sua dinâmica específica e passou a ser pensado como uma característica própria do youtube? Isso é uma coisa que sempre me impressionou, a forma como os termos ganham novas associações comerciais devido à prática comum de associá-los a alguma coisa particular, ainda que isto seja somente uma construção social. Tá, tá, tudo é uma construção social, mas parece que agora você só pode ver um vídeo no youtube. Ou era, sei lá. De repente com essa onda de celulares e iPod e iPad e sei lá o que mais as coisas mudaram e eu ainda nem sei. Afinal, se mudaram a mensagem chega pelo facebook, acho...). Mas, enfim, chega de ressentimento e tranquilidade, porque também a opção youtube é proibida aqui, pois se você tenta ver um vídeo aparece a mensagem de que "Não, amigo, esse vídeo não pode ser exibido porque a GEMA não concedeu direitos".

Bom, pelo menos eles traduzem o aviso.
O efeito colateral é que não me acostumarei com o youtube. Mas aí vem a opção ouvir rádios online, né? A rádio do uol, por exemplo, deve pagar pelas músicas e pode exibí-las, certo? Não! Ó lá o aviso de que você tá fora do Brasil e aí as leis são outras, ó:

Mas resta a opção grooveshark, sempre bom, tudo o mais. E sabe o que é pior? Ele funciona, hahaha! Porque é uma rádio online que se financia apenas por quem quer pagar e ter mais coisas, além de ter um certo contato com as gravadoras. Até ontem:

Valeu GEMA, valeu mesmo! E não pense que isto é só um pequeno draminha de estudante classe média burguês mimado. O meu caso é. Restringir o acesso à música e a todas as outras artes é um crime e uma filha da putagem sem tamanho.
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